Nascemos machos e mais tarde viramos homens. Parafraseando Simone de Beauvoir podemos dizer: “não se nasce homem, torna-se homem”. A idéia de homem, assim como a de mulher, é socialmente construída. A masculinidade vai se construindo em meio à linguagem do ambiente, em meio às expressões de aprovação, de consideração e de confirmação por seu sexo. Isto é transmitido pelos adultos, e se um pai é “machista” é de se esperar que tenha e promova aos filhos dificuldades futuras para que se tornem “o novo homem”. O que é o novo homem?
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Hoje, 100 milhões de mulheres no mundo e 9 milhões de mulheres no Brasil utilizam a pílula como método contraceptivo. São 50 anos de existência desse medicamento que modificou definitivamente a vida da mulher e o papel da mulher na sociedade. Chamada simplesmente de pílula, o contraceptivo em comprimido revolucionou o universo feminino partir da metade do século XX. A mulher passou a ter a possibilidade de escolha sobre quando e se quer a maternidade o que desencadeou uma verdadeira revolução na sexualidade feminina, na visão de mundo das mulheres e na inclusão da mulher no mercado de trabalho, antes aberto irrestritamente apenas para os homens.
Essa transformação estabeleceu novas formas de relacionamento entre homens e mulheres, pais e filhas, irmãos e irmãs, e as mulheres passaram a participar da vida social como cidadãs plenas e não mais como esposa, filha ou irmã de algum cidadão. Até o surgimento da pílula as mulheres tinham definidas suas vidas desde o nascimento. Independente de habilidades ou vocações pessoais, às mulheres era destinado um papel social exclusivo na menor unidade da sociedade, a família, eram tão somente responsáveis pela procriação, desenvolvimento e educação da prole e pelos cuidados com a casa e o marido.
Só com o poder de decisão sobre a maternidade a mulher pode redefinir seu lugar na sociedade e assumir sua sexualidade. De passivas e dependentes das necessidades sexuais dos maridos, as mulheres foram assumindo posturas mais ativas, buscando mais informações e passando a considerar o prazer e realização sexual como necessária e até indispensável à felicidade conjugal. É impossível definir quantas mulheres ainda consideram relevante a virgindade até o casamento. Estima-se que, em média, há 10 anos a primeira relação sexual de uma jovem acontecia após o seu primeiro ano de namoro e que hoje a primeira relação do adolescente acontece nos primeiros três meses de namoro. Mas certamente o movimento que mais preocupa é o da iniciação sexual dos adolescentes cada vez mais cedo, com parceiros eventuais, e sem a proteção de preservativos e contraceptivos.
Do ponto de vista da saúde, as mulheres passaram a ficar mais atentas ao próprio corpo e à saúde, fazendo visitas regulares ao ginecologista e realizando anualmente exames preventivos como a mamografia e o papanicolau. Com os novos papéis sociais e maior exposição aos riscos de uma vida mais atribulada as mulheres também se tornaram mais vulneráveis a doenças que anteriormente afetavam mais aos homens, como hipertensão arterial, cardiopatias e estresse. Mas o aspecto mais relevante desse processo, e que nos permite qualifica-lo de revolucionário, é que se olharmos para trás encontramos milênios de uma mesma função e comportamento social das mulheres e em apenas 50 anos, quanta transformação!
Homens com mais de 18 anos poderão receber atendimento médico gratuito, para orientações sobre disfunção erétil, andropausa e doenças de próstata. A Soc. Bras. Urologia (SBU) lançou a caravana que percorrerá o país com uma carreta especialmente preparada, com 4 consultórios, para funcionar até 19 de agosto, passando por Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Brasília, Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Campinas, São Paulo, São José dos Campos, Santos, São Bernardo e Guarulhos.
Saiba mais : www.sbu.org.br/movimento
Como usamos a água? Estamos tratando adequadamente este recurso do planeta do qual dependemos tanto? Quando esgotos químicos industriais, ou domésticos são lançados nos rios, quando tomamos longos banhos, deixamos a torneira aberta enquanto escovamos os dentes, ou deixamos sacos plásticos, latas e garrafas abandonados nas praias estamos destruindo este bem fundamental para nossa existência que é a água! O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão e conscientização sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Saiba mais… http://www.ongsaber.org.br/responsabilidade/acoes-sociais/artigos/138
Verão é sinônimo de alegria, férias, piscina e praia.
É natural que nessa época, e mais ainda no carnaval, o clima de sedução e conquista se acentuem. No verão, jovens de todas as idades planejam viagens e atividades como uma verdadeira convocação dos instintos para beijar, ficar, namorar e transar.
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Estamos participando do Desafio “Rompendo Paradigmas da Saúde Mental” da Changemakers porque acreditamos que o conhecimento proporcionado pelo Projeto Saúde Mental da Ass. S.A.B.E.R. propicia mais atitude positiva, que gera mais saúde, qualidade de vida e bem-estar às pessoas.
A proposta do Desafio Changemakers é ajudar no desenvolvimento de idéias de Agentes de Transformação Social.
Nossa participação visa a possibilidade de fazer contato, trocar experiências e conhecimento com outros participantes que assim como nós estão propondo soluções criativas e inovadores para problemas globais, particularmente os relativos à saúde.
Essa oportunidade nos permite também divulgar, avaliar e aperfeiçoar o nosso trabalho.
Saiba mais no site: http://www.changemakers.com
Pesquisa inédita do Ipea, divulgada na quarta-feira, dia 14, usa como fonte de dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), o IBGE (PNAD), o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS/Dataprev) e o Ministério da Saúde (MS/Datasus).
Os dados mostram que a probabilidade de morrer antes dos 65 anos de idade no Brasil é alta, e que além o risco de morte prematura por problemas de saúde ou de causas externas como a violência, a expectativa de vida saudável dos brasileiros é inferior à expectativa de vida total devido a doenças crônicas, principalmente as cardiovasculares.
A perda de vida saudável no Brasil (número médio de anos de vida que uma pessoa de determinada idade pode esperar viver com saúde, dado que prevaleçam as taxas de morbidade e mortalidade naquela idade específica) é quase o dobro da registrada na Alemanha.
Vejam tabela abaixo.
Acreditamos que além das políticas públicas necessárias para a reversão desse quadro é fundamental investir em educação e informação sobre saúde, para que cada indivídou deixe de ser paciente e se torne agente de sua saúde física, mental, emocional e social.
Tabela: Esperança de vida total versus esperança de vida saudável segundo gênero – dados em anos de vida para 2003
País
Mulheres
Homens
Total
Saudável
Finlândia
82
74
76
69
Estados Unidos
80
71
75
67
Espanha
84
77
70
Alemanha
Argentina
79
68
62
México
78
73
63
Rússia
72
64
59
53
Brasil
57
China
65
África do Sul
52
45
50
43
Índia
54
Fonte: OMS
No dia 27 de setembro, será comemorado o Dia Mundial do Coração.
O coração é um dos órgãos mais atingidos pelo sedentarismo, hábitos de alimentação desregrados, consumo de alimentos gordurosos e tabagismo. Além da hipertensão, outras doenças também ameaçam o coração, como o colesterol alto, a obesidade, o diabetes, além de fatores genéticos. Confira abaixo algumas dicas para manter o seu amigo do peito sempre saudável.
Como manter seu coração saudável?
Procure a orientação de um cardiologista anualmente e faça medições da sua pressão sanguínea;
Pratique caminhadas, dança, corra ou faça atividades físicas que lhe agradem;
Evite a obesidade. Ela provoca pressão alta e normalmente traz consigo o colesterol;
Reduza a quantidade de sal nas comidas. Além do sal, outros alimentos contêm sódio e devem ser evitados, como presunto, mortadela e bacon;
Diminua o consumo de alimentos enlatados ou em conserva;
Evite queijos amarelos e salgadinhos industrializados;
Reduza o consumo de álcool;
Aumente o consumo de azeite in natura;
Os temperos e molhos industrializados, como ketchup, mostarda e maionese possuem grande quantidade de sódio. Assim, não exagere.
Faça a medição de colesterol em seu corpo periodicamente;
Evite gordura animal e industrializada (trans/hidrogenada);
Mulheres devem evitar a mistura fumo e anticoncepcionais.
Quais são as Ameaças ao coração?
Colesterol alto: O aumento dos níveis de LDL-colesterol sangüíneo (colesterol ruim) provoca a obstrução das artérias coronárias, provocando insuficiência da irrigação. Este tipo de problema resulta em anginas, infartos e morte súbita;
Tabagismo: O fumo é um dos piores inimigos do seu coração. Este vício está ligado à maior incidência de doenças nas artérias do coração;
Obesidade: A redução do peso provoca a diminuição dos níveis de colesterol e da pressão arterial. Sendo assim, a obesidade deve ser combatida com dietas apropriadas e exercício físico regular;
Sedentarismo: A vida sedentária leva ao aumento de peso e também provoca a diminuição da capacidade física. Exercícios bem orientados reduzem os níveis de gorduras no sangue (LDL e triglicérides) e aumentam o HDL (colesterol bom);
Diabetes: A existência desta doença em adultos normalmente é associada ao aumento das doenças cardiovasculares;
Estresse: A tensão e o estresse são prejudiciais, em especial, para hipertensos, podendo agravar a doença e dificultar o tratamento;
Fatores genéticos: A genética aumenta a possibilidade de uma pessoa ter problemas do coração. Neste caso, o único caminho é redobrar os cuidados para evitar o surgimento de doença cardiovascular.
* Fonte: Dr. José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo
Em maio, a Folha de SP. publicou o resultado de pesquisa da Fiocruz em escolas estaduais:
Dos 4.200 entrevistados entre 14 e 19 anos, 27% já fizeram uso da pílula do dia seguinte.
Dentre esses, 78% fizeram uso de forma inadequada, ou seja, tomaram o remédio antes do ato sexual ou quando notaram o atraso da menstruação.
4 em cada 10 dos entrevistados 44% já haviam dado início à vida sexual. Desses 30,9% entre 13 e 14 anos.
A pesquisa evidencia a necessidade urgentíssima de informar e orientar jovens e adolescentes sobre a inadequação do uso dessa medicação como método contraceptivo, além de não proteger contra as DST/AIDS.
Veja artigo no site www.ongsaber.org.br
Pelo menos 20% dos medicamentos vendidos no Brasil são ilegais. Falsificados, contrabandeados ou sem registro.